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Diego Casaes - My Blog
O que eu devo fazer para me tornar um jornalista?
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Eu pensei em realizar um desafio esse ano. O desafio de tentar colaborar mais “jornalisticamente” para minha vida profissional e correr atrás de meu sonho de me tornar um jornalista. É mais que um sonho, na verdade: é uma paixão.
A maioria das pessoas que me conhece, seja presencialmente ou em redes sociais, sabe o quanto eu sou apaixonado por Jornalismo. Alguns até mesmo me consideram jornalista, talvez por eu deixar meu interesse explícito ou pelo meu trabalho no Global Voices. No entanto, [in]felizmente sou formado em Turismo, mas essa história contarei em um momento mais oportuno.
Após uma tentativa falha de ingressar no mestrado na UFRGS, mais uma vez voltei a pensar em fazer uma graduação em Comunicação com Habilitação em Jornalismo. Assim especificamente. Não quero publicidade nem relações públicas. Obviamente não vou desistir do mestrado em outras instituições e até mesmo na UFRGS e tentarei novamente, mas independentemente da obrigatoriedade do diploma ter caído, cada vez mais eu sinto que posso contribuir para um jornalismo diferente, ou talvez aprender técnicas jornalísticas para buscar outros sonhos, e fazer voos mais altos.
Mas ao mesmo tempo me pergunto se mais quatro anos de minha vida são um preço justo a se pagar por uma formação extra. Certa vez eu li em uma reportagem do Universia que duas graduações só valem a pena se a pessoa conseguir conciliar as duas profissões. Dos meus sonhos de jornalista, penso em ter meu próprio programa documentário — tipo o GlobeTrekkers — e mostrar as belezas naturais e culturais espalhadas pelo mundo; mas ao mesmo tempo penso que poderia contribuir muito mais como um repórter em uma TV ou escrever para jornais e revistas. Indecisão.
De qualquer forma, terei de fazer essa decisão esse ano. Logo em breve. Seguir uma carreira acadêmica me fascina, mas a Academia atualmente se encontra em estado vegetativo. E não quero viver em um mundo platônico, por mais que eu goste dessa ideia. Quero agir. Quero fazer algo para contribuir efetivamente na vida das pessoas. Quero seguir meus sonhos, sempre. 2010 vai ser o ano que seguirei meus sonhos, como prometi em minha resolução de ano novo. O melhor disso tudo é que não há metas, mas sim um processo interminável e prazeroso. Afinal, fazer aquilo pelo qual se tem paixão é ótimo, não?
Pois é, Jornalismo. Não aos céticos, não aos empecilhos. Esse ano vou de fato tentar começar minha carreira de jornalista.
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| January 4, 2010 | 10:01 AM |
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Chamada para #MegaBlogagem #ProjetoEnchentes
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Convoco-os a colaborarem para o Projeto Enchentes, uma iniciativa da @cristalk que surgiu no Twitter, após a sensibilização pública com os recentes eventos de enchentes noticiados em todo o Brasil desde o último mês, mas que são, de fato, acontecimentos que ganham destaque na mídia todos os anos, sempre negligenciados pelas autoridades públicas.
A @cristalk mobilizou um grupo de pessoas para o projeto, que tem como objetivo principal não somente a doação, mas sim a prestação de um serviço de informação e colaboração. Portanto a doação está contido nisso.
O @ikegalli criou o mapa das enchentes. O mapa é PÚBLICO!! Por isso, mobilize seus contatos no Twitter, blogs e outras redes sociais e os incentivem a colaborar com qualquer informação sobre enchentes no Brasil.
Acompanhe as hashtags do projeto no Twitter;
Acompanhe a Wave pública no Google Wave;
Saiba como fazer doações.
Acompanhe os blogs e portais que falaram sobre o projeto:
- Laura Vive: Vamos Ajudar também?
- Que Mundo Doido: Você pode ser um elo na corrente da mudança!
- AchaNotícias: Web-ativistas criam rede solidária para evitar tragédias e ajudar vítimas de impactos climáticos
- Músicas, Redes Sociais e Blábláblá: União online pelas vítimas das enchentes #projetoenchentes
- QueridoLeitor: Twistórias – Solidariedade
- Marisa Rodrigues: Minhas Férias Foram Morro Abaixo
- Meu Lugar SP: Enchentes – Mobilização
- Plantão Online: Projeto Enchentes: como ajudar as vítimas através das redes sociais
- BlueBus: O ano com o pé esquerdo – mas tem o ‘projeto enchentes’ no Twitter | link
- Global Voices Online: Brazil: Net-citizens unite to track floods
- Global Voices em Português: Brasil: Internautas se unem para registrar enchentes
- Global Voices en Français: Brésil: Les internautes s’unissent pour informer sur les inondations
- IDGNow: Redes sociais são usadas para ajudar vítimas das enchentes
- Estadão/Link: Como as redes sociais podem ajudar em uma tragédia?
- Cidade Marketing: Internautas usam redes sociais para ajudar vítimas de enchentes
- Época Negócios: Internautas usam redes sociais para ajudar vítimas de enchentes
- Paisagem Fabricada: Angra: como as redes podem ajudar?
- VivoVerde: Quando as redes sociais atingem sua finalidade.
- BlogWorldOnline: Redes sociais são usadas para ajudar vítimas das enchentes
- Resolve Tecnologia: Redes sociais são usadas para ajudar vítimas das enchentes
- Elogios por Dia: Projeto Enchentes
- R7: Brasileiros criam rede social para orientar sobre enchentes
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| January 3, 2010 | 12:01 PM |
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Blogs para continuar lendo em 2010 #FF*
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Feliz Ano Novo a todos! Em meio a resoluções, talvez uma das mais importantes é se dedicar mais aos meus blogs e fazer mais as coisas, deixando de elocubrar sobre decisões e acabar se perdendo em pensamentos. Isso inclui começar e concluir blog posts, por menores e mais simples que sejam. Em 2010, quero terminar tudo aquilo que comecei, ou ao menos terminar a maioria das tarefas que começarei.
Ao invés de fazer uma retrospectiva 2009 sobre a blogosfera brasileira, quero listar alguns blogs que trouxe comigo para 2010. Continuarei a ler esses blogs pelos mais diversos motivos, mas principalmente porque cada um deles me ensina alguma coisinha que levo para minha vida profissional, acadêmica ou até mesmo pessoal.
- QueroTerUmBlog: O Alessandro Martins dá dicas exclusivas para iniciantes em blogs, muitas das quais também servem para veteranos. Não me considero um blogueiro veterano. Não sou daqueles que estão na Internet escrevendo desde o surgimento do blogger ou outros sites do tipo, mas por amar de paixão a blogosfera acredito que sempre me considerarei um blogueiro em estado BETA.
- Síndrome de Estocolmo: Descobri o blog da Denise Arcoverde em 2009. Adorei seu blog por ser simples e sem pretensões. A Denise narra alguns acontecimentos de sua vida de forma bastante curiosa e que me cativa. Além disso, ela é uma pessoa muito antenada e bastante politicamente correta.
- Trezentos (300): O Trezentos é um blog coletivo com diversos autores de diversas áreas. Aqui você encontra jornalistas, blogueiros, pesquisadores, tradutores, músicas, engenheiros, empreendedores, ambientalistas, ativistas, etc. Enfim, há gente de todos os tipos e gostos, o que confere ao Trezentos um diferencial na blogsfera brasileira: diferentes perspectivas em um só lugar.
- Global Voices Online: Como sempre puxo a sardinha para o Global Voices, hehe. Enfim, conheci o GV em 2009, e definitivamente levarei ele para 2010. Foi o ano em que me tornei autor voluntário e tradutor, e consequentemente foi o ano que me tornei Lingua Editor do Global Voices em Português. Tudo assim bastante rápido. O GV me proporcionou conhecer pessoas muito legais e expandir meus horizontes ainda mais!
- Tsavkko – The Angry Brazilian: O autor do blog, o Raphael Tsavkko, é um rapaz impressionante, e seus pitacos e considerações a respeito da política internacional são deveras interessantes. Às vezes o considero um tanto inflamado (:P) mas vale a pena ler seus textos e aprendo muito com ele. Não levar esse blog para 2010 seria tolice.
Minha lista de leituras é imensa, portanto não colocarei todos os blogs que continuarei acompanhando em 2010, mas podem saber que serão vários. Eliminarei alguns blogs fúteis de tecnologia, que nada acrescentam e só fazem copiar conteúdo dos blogs estrangeiros e traduzir duas ou três linhas de texto. Aos interessados, meus favoritos se encontram no Delicious (lista bastante desorganizada, por sinal).
De qualquer forma, há muito o que fazer nesse novo ano. Será um ano de muito ativismo e muitas mudanças. O primeiro dia do ano já foi bastante agitado, e com certeza isso se refletirá de maneira positiva para os que lutarão por melhoras na carreira em 2010. Este é o meu foco.
Em tempo: muita gente tem salientado que não é possível manter nossas resoluções de ano novo, e que a maioria das pessoas logo as esquecerá em março. Entretanto, talvez devamos focar no processo e não na resolução em si: é muito mais prazeroso. Para esse 2010 eu fiz uma resolução mestra de buscar meus sonhos. Pode parecer generalista, mas representa um momento peculiar em minha vida; um momento de felicidade plena. Buscar sonhos é um processo interminável e eternamente prazeroso. Em 2010, quero distância dos sapos!
* Esse é meu Follow Friday especial de 2010. =)
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| January 1, 2010 | 9:01 AM |
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Por uma Cultura Creative Commons
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Há muito tempo queria escrever sobre isso. Enquanto escrevo esse post, coloquei na playlist o disco homônimo da banda sound of jack, que disponibilizou suas músicas através do site Jamendo, uma iniciativa francesa de compartilhamento de conteúdo musical sob licenças Creative Commons. A banda sound of jack mistura um pouco de jazz com disco e eletronica, cantam em inglês, francês e espanhol sob a direção de uma vocal doce e forte; uma cantora que canta com alma, de tão forte que é sua entonação. O que isso tem a ver com o post? Quero discutir aqui algo um tanto mais amplo e consideravelmente negligenciado: a cultura Creative Commons.
Atualmente há vários projetos de lei, acordos, e tentativas diretas e incisivas de limitar a liberdade de expressão e compartilhamento na Internet. É fácil se tornar avesso a essas tentativas (deveras nefastas) de cercear o “livre direito de compartilhamento” e usufruto de conteúdo digital, já que muitas pessoas atualmente utilizam a rede como fonte de entretenimento. Mas se boa parte desse conteúdo ainda faz parte de um modelo de negócios perfeitamente estabelecido mundialmente, o copyright, por mais que balbuciemos, reclamemos e pestanejemos, o rendimento das grandes empresas por trás desse negócio ainda serão elevados e o sistema continuará intocável.
Apesar de John B. Thompson, em A Mídia e a Modernidade, e outros autores em centenas de obras dedicadas ao estudo da mídia e da economia através da modernidade acordarem sobre o copyright ter sido instituído devido a tecnologia de produção de cópias do conteúdo ser limitada no início do mercado de consumo de mídias, e portanto a proteção dos mercados era uma necessidade evidente pois a cópia indevida de uma obra resultaria em prejuízo para os produtores originais por terem investido para criar seus produtos, até algumas décadas atrás esse pensamento era perfeitamente racional, mas a difusão de tecnologias que permitem fazer cópias facilmente e a propagação do formato digital eliminam a necessidade do copyright.
No entanto, o copyright ainda é mainstream. Pouco mais de 25% da população mundial tem acesso a Internet, segundo o Internet World Stats. Levando em conta que a maioria dessas pessoas não necessariamente usa P2P, surge um desafio para a comunidade que defende o compartilhamento em convencer todo o resto dessas pessoas e à indústria sobre o uso e difusão da cultura Commons. É difícil combater a apropriação simbólica do capital, e somente romper as barreiras legais do copyright com o “download ilegal” não é suficiente: é preciso estratégias para divulgar o conteúdo Commons e defensores desse ideal, além de, arrisco dizer, incentivo governamental para sugerir alternativas criativas de uso de conteúdo em escolas, universidades e no espaço público em geral.
A cultura Commons pode sim ter qualidade. É uma fonte riquíssima de criatividade individual e coletiva, mas quais são as alternativas reais para que o mesmo ritmo de compartilhamento do conteúdo sob direito autoral exista no âmbito da cultura Commons? A comunidade do software livre talvez seja a única parcela da sociedade que luta efetivamente para expandir seu mercado e tem conquistas reais, enquanto que a cena de música independente é deveras pequena. Nem arrisco palpitar sobre os filmes e documentários livres, pois com certeza o mercado ainda deve ser bastante diminuto.
Conteúdo musical e filmes de fato tornam essa discussão um tanto mais complicada. Como imbuir na mente das pessoas que o conteúdo livre pode satisfazê-las no mesmo nível que um conteúdo protegido? Como superar os desafios para a música livre como diz Eduardo Maçan, e fazer com que a música livre se estabeleça enquanto um movimento único? Veja bem, não quero propor um cenário tomado somente pela cultura Commons. Acho que isso é até impossível atualmente, afinal nenhuma empresa da indústria de entretenimento quer perder seus valiosos lucros, não é mesmo? Mas o que quero dizer é que não há expressividade ou equilíbrio entre conteúdo livre e conteúdo protegido.
Durante o Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira eu e o João Carlos Caribé conversamos e entrevistamos (depois postarei o vídeo) o cineasta Jamie King (Steal This Film, 2006). O Jamie trabalha com o VODO, um site que distribui documentários e outros filmes de cineastas e produtores que concordam com a cultura livre e a espontânea contribuição financeira dos downloaders. Assim eles se descrevem:
VODO creators see the advantage of having millions of potential viewers, and they’re prepared to work with us to try to persuade downloaders (like you!) that voluntary donations are part of the future of funding creative work online.
O modelo de negócios do VODO pode ser parte de um futuro da Internet livre. Apesar disso, ainda há muita demagogia no modo o qual o usuário comum lida com o conteúdo. Eu particularmente sempre busco alternativas livres de software e exploro dicas de vídeos e músicas livres em trackers e sites para downloads gratuitos. Há ainda alternativas bastante curiosas que cada vez mais crescem na web e tentativas de popularizar a compra de conteúdo digital a preços menos exorbitantes. Mas, mais uma vez, ainda não é possível viver somente de conteúdo Commons. O que será preciso para mais pessoas investirem nisso? Inclusive no consumo de Commons?
É preciso agir sob a forma de consumidor e distribuidor desse tipo de conteúdo. A Blosque, por exemplo, possui um ótimo site para pessoas que querem aprender o blogar, e visto que todo blogger acaba vez ou outra precisando de conteúdo de terceiros para ilustrar seus posts, selecionou 31 Sites Onde Achar Imagens Para o Seu Blog, citando dentre eles o meu favorito, o Flickr. Já o Global Voices, que não mais é vinculado à Harvard, e se tornou uma organização independente, distribui todo o seu conteúdo livremente para quem quiser usar, desde que citada a fonte. E o mesmo acontece com vários e vários blogs, talvez outro “segmento” da Cultura Commons que já se estabeleceu como algo comum.
Não adianta reclamar que RIAA ou MPAA estão cerceando nosso direito de compartilhamento. Nós sabemos que atacar a infra-estrutura e a tecnologia de compartilhamento é errado, mas qual o exemplo que nós podemos dar aos governos, a instituições, a sociedades, e a outros indivíduos para abraçarem a causa Commons?
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| December 28, 2009 | 11:12 AM |
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Blog Action Day 2009
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Hoje é o Blog Action Day! O dia em que blogueiros de mais de 150 países decidiram se reunir para blogar sobre as mudanças climáticas!
A iniciativa para essa campanha é bastante louvável, e até o momento, o terceiro ano da super-blogagem-coletiva tem dado certo. Mais de 9000 blogs já se cadastraram e estão blogando sobre o assunto, inclusive este que vos escreve. Poucos são os momentos que conseguimos visualizar a grandeza da Internet com tamanha clareza atualmente, já que ela se tornou parte do nosso cotidiano.
Apesar de sempre ter tido certo interesse pelos assuntos relacionados ao Meio Ambiente, nunca fiz questão de me tornar um defensor assíduo da causa, mas isso vem mudando com o tempo. No entanto, ainda prefiro focar minhas ações e ideias para os meios urbanos, vide que cada vez mais as populações dos grandes centros crescem e se aglomeram e as mudanças climáticas afetarão rigidamente a vida dos que habitam as metrópoles, principalmente para os pobres.
Como parte desse Blog Action Day, quero indicar a vocês o filme HOME de Yann Arthus-Bertrand. O filme traz imagens aéreas do planeta e da influência humana nas passagens e no equilíbrio do Meio Ambiente. Várias são as vezes que se suspira diante das imagens, e um misto de vergonha e medo nos preenche com as verdades expostas de maneira tão sutil.
Acho ainda que esse dia deve ser pensado como uma janela de oportunidade para as pessoas. São somente em campanhas assim que percebemos a totalidade da “sociedade da informação”. Das comunidades e dos fluxos informacionais que transcendem barreiras. O curioso de tudo é a contraditoriedade dos conceitos. Uma palavra que expressa isso de maneira bonita é Oxymoron: Paradoxo. Ao mesmo tempo em que blogamos nossas experiências locais, temos noção de que somos parte de um planeta cheio de gente e que tem proporções gigantescas. É uma catarse.
No final desse Blog Action Day, recomendo ainda que tirem uns 10 ou 15 minutos de seu tempo e dêem uma passada no Flickr. Busquem uma imagem de um lugar que você queira visitar, aquele lugar que lhe faz esquentar o coração e imaginar como seria o mundo sem ele, ou simplesmente um lugar que você gosta e tem medo que desapareça. A paisagem que escolhi foi essa:

Yann Arthus-Bertrand
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| October 15, 2009 | 7:10 AM |
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